proGRAMAS
O DNA do Brasil vem da necessidade de reconhecimento de politica pública e privada de formação de base esportiva inclusiva para o país, impulsionado pelas Olimpíadas Rio 2016. Uma forma de materializar as ações desenvolvidas pelo Instituto, governos, entidades de classe, gestores e profissionais de esporte ao longo dos anos.
O Programa é estruturado na Detecção de Talentos para Esporte e Vocação Profissional, balizado em um método científico nas áreas que tem nos seus fundamentos os seguintes pressupostos: avaliação biológica, psicológica, sociológica, vocacional e motora.
Tem como base o apoio aos Estados brasileiros na inclusão social, formação de atletas, adequação e criação de infraestrutura esportiva, detecção de talentos esportivos, orientação vocacional, implantação de sistema de gestão de centros esportivos, disseminação das metodologias de atletas olímpicos, publicação de livros para professores e alunos da rede pública de ensino e criação de uma campanha social para envolvimento da população.
O objetivo do programa é ser referência no país, nas questões que envolvam sustentabilidade social, instrumentalizando pessoas, empresas e organizações não governamentais.
CPD
Centro de Apoio
à Pessoa com Deficiência
A proposta pedagógica dos centros Esportivos está fundamentada nas PolÃticas Públicas da pessoa com deficiência em seus diversos segmentos (esporte, saúde, educação, trabalho, tecnologia, cultura, entre outras) formatada em uma plataforma construÃda para prestação de serviço gratuito, planejado e continuo, garantindo, desta forma, o exercÃcio pleno da cidadania, considerando a Lei N. 13.146 de 6 de julho de 2015 - É instituÃda a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercÃcio dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.
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Nessa propositura, os Centros Esportivos deverão ter profissionais capacitados para receber alunos com deficiência fÃsica, auditiva, visual, intelectual, mental, espectro de autismo e deficiências múltiplas, com padrão funcional corporal, clÃnico, comportamental, educacional e faixa etária, compatÃvel com a metodologia de cada modalidade ofertada.Tendo em vista a Lei de inclusão, que diz que toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades como as demais pessoas e que não poderá sofrer nenhuma espécie de discriminação, e que considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza fÃsica, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas, os Centros Esportivos deverão ser adaptados com acessibilidade para recebimento de pessoas com deficiência e profissionais capacitados para o acolhimento desses alunos e seus familiares com os seguintes programas:

Com atendimentos na estimulação de forma individualizada com atividades que tem como principal função, dar condições ao aluno, responder estÃmulos básicos para acompanhar uma aula de Educação FÃsica. Com atendimento público hoje é composto por aluno com espectro autismo, sÃndrome de down e deficientes múltiplos que são inseridos no núcleo após prévia avaliação.

As turmas de Estimulação global de nÃvel 2 são compostos por pequenos grupos formado com alunos de deficiências distintas porém nivelados ao mesmo padrão funcional de atividade fÃsica. A principal função deste programa é promover o resgate no desenvolvimento psicomotor do aluno e realizar a projeção deste em uma modalidade esportiva.

As turmas de estimulação essencial tem como foco em oportunizar a pratica da atividade fÃsica de caráter não desportivo (hidroginástica, alongamento, atividade orientada) a fim de proporcionar melhora na qualidade de vida da pessoa com deficiência.

Contempla alunos que fazem aula tanto no regular (inclusão) como nas modalidades especÃficas na CPD. Os alunos realizam as atividades dentro do COP mas sem foco no desporto tendo como objetivo no uso do esporte para o desenvolvimento da cognição, socialização, afetividade e condicionamento fÃsico.

Este programa contempla alunos que fazem aula tanto no regular (inclusão) como nas modalidades especÃficas da CPD com idade de 12 a 17 anos para competições regionais ou nacionais de nÃvel escolar. Neste programa, os alunos são projetados ao desporto competitivo com participação em torneios internos e externos podendo estes a serem agraciados por incentivos do governo (bolsa atleta).

Este programa contempla alunos que fazem aula tanto no regular (inclusão) como nas modalidades especÃficas da CPD para competições regionais, nacionais ou internacionais. Neste programa, os alunos são projetados ao desporto competitivo com participação em torneios internos e externos podendo estes a serem agraciados por incentivos do governo (bolsa atleta).
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Atletismo

Bocha

Tenis de Mesa

Basquete

Tênis

Futebol de 5

Rugby

Futebol de 7

Volei

Natação

Além destas modalidades, ainda é possÃvel a inclusão de modalidades não paralÃmpicas, mas que são muito difundidas no desporto adaptado. Ex.: Badminton
programas
O centro deve oferecer o atendimento para Pessoa com Deficiência de acordo com suas limitações funcionais e para melhor atendimento deste público, o núcleo deve ser subdividido em programas com atendimento específico:
modalidades
As modalidades oferecidas devem atender a necessidade da comunidade onde o Centro será instalado, os equipamentos e espaços oferecidos para trabalho. Vista as diversas modalidades praticadas para pessoa com deficiência, é recomendável a aplicação de modalidades paralímpicas reconhecidas pelo IPC (Comitê Paralímpico Internacional) e que no Brasil tem a sua representatividade pelo CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) nas suas diversas confederações.


